“Os homens são como os vinhos: a idade azeda os maus e apura os bons.”
Cícero
NÉCTAR DOS DEUSES
É difícil demonstrar quando e onde se iniciou o aparecimento do vinho. Bastava haver a cultura da uva, sua coleta e conservação em um recipiente apropriado, a fim de que houvesse a possibilidade de se obter a sua essência. Pesquisas arqueológicas apontam a existência de uma quantidade razoável de sementes da uva como vestígio da presença de produção vinícola, mesmo que primitivo
A indústria do vinho foi criada para passar a idéia de que o vinho é uma bebida de elite, das classes sociais mais altas, criando um mundo onde o conhecimento que alguém tem sobre ele exprime sua posição na sociedade, todavia, o vinho não tem nada a ver com isso. Sócrates dizia que “o que sei é que nada sei”. Os detalhes que chamam mais a atenção são as safras, as técnicas de vinificação, tipos de solo. Críticas dos vinhos não são os que apreciadores precisam saber. Importante é conhecer apenas o necessário para se ter prazer de degustar um bom vinho, saber como os sabores se alteram com os alimentos, etc.
Sommeliers e vinicultores não colocam o vinho sobre um pedestal tornando-o uma “jóia líquida que pode ser acumulada e trocada. Quem conhece muito sobre vinhos de maneira rara é cerimoniático e, sua sabedoria traz o bom senso para acabar com os esnobismos.
Existem inúmeros tipos de vinho, todavia as categorias mais conhecidas e populares são o vinho tinto e o vinho branco.
Os vinhos tintos assumem sua cor das cascas mantidas junto com o suco extraído das uvas de cascas escuras. Os vinhos brancos têm influências pelo suco, têm um sabor mais suave, sendo refrescantes e também podem fazer coisas que os tintos não fazem, como por exemplo, serem levementes adocicados e proporcionam deliciosos sabores com menores teores alcoólicos.
COMO DEGUSTAR VINHOS COMO UM PROFISSIONAL
Degustar vinhos é algo muito natural. Quando encontramos alguma coisa deliciosa, saboreamos, assim como faz-se com uma música ou uma bela pintura. Para maioria dos apreciadores de vinhos, tal prazer é mais que suficiente.
O cheiro é uma amostra de como será o sabor do vinho e o exame olfativo é a parte mais importante da degustação, antes, durante e depois de cada gole. Com a prática, os profissionais aprendem a reconhecer e classificar os aromas dos vinhos em três grandes categorias: frutados, terrosos e amadeirados.
COMO SABER SE UM VINHO É SECO
Seco é um termo específico usado para descrever bebidas. O vinho é obviamente molhado, então essa palavra não pode ser levada a sério. Quando usado para descrever bebidas, seco significa simplesmenteo oposto de doce. O curioso é que esta metáfora é encontrada em várias línguas: sec em frances, dry em inglês, trocken em alemão, secco em italiano, e assim por diante. Em cada língua, a palavra usada no dia a dia para o oposto de molhado é utilizada para descrever vinhos que não são doces.
A maioria dos vinhos é do tipo seco por a vinificação naturalmente transforma o açúcar das uvas em álcool. Em geral os apreciadores de vinhos preferem os secos, como podemos observar no mercado. Se o vinho doce fosse a preferência da maioria, mais vinhos seria produzidos assim. Vinhos em que a presença de açúcar não pode ser percebida são chamados de secos e aqueles com um leve toque de doçura são chamados meio doces ou meio secos.
AS MELHORES REGIÕES DO MUNDO ONDE SE FAZEM OS MELHORES E MAIS CAROS VINHOS
Chardonnay e Pinot Noir – Borgonha, França
Sauvignon Blanc – Vale do Loire, França
Riesling – Alemanha
COMO PRESERVAR UM VINHO ABERTO
Muitas vezes nos vemos com mais vinhos do que precisamos e gostaríamos de guardar o resto para outra ocasião. Uma garrafa aberta nunca terá o mesmo sabor do dia seguinte. Ele muda até no copo. Existem muitos a acessórios disponíveis no mercado que visam preservar o vinho aberto por meio do bloqueio ou da diminuição do impacto do oxigênio. No entanto, nenhum deles é capaz de fazer o vinho ter exatamente o mesmo sabor que tinha assim que a garrafa foi aberta, e mesmoos produtos que funcionam não têm um efeito eterno. O vinho é um produto volátil e orgânico e nunca “para quieto”.
COMO PERCEBER E COMPREENDER A ACIDEZ NOS VINHOS
A acidez é uma característica que define o vinho. Os ácidos encontrados no vinho proporcionam uma acidez revigorante quando ele atinge a língua, uma sensação parecida com a que temos quando comemos uma maçã verde ou uma laranja. A acidez é um fator crucial para a capacidade de o vinho envelhecer bem, e é uma das grandes responsáveis por sua habilidade de harmonizar com os alimentos. Ela cria uma persistência no paladar que prolonga o retrogosto de qualquer alimento ou vinho de maneira apetitosa. A acidez é percebida pelo contato com as papilas gustativas, criando um choque azedo que deixa a língua formigando.
A acidez provoca uma sensação refrescante e equilibra outros componentes do vinho, tais como o álcool e o açúcar. A temperatura de um vinho afeta drasticamente as percepção de sua acidez.
A acidez é um componente crítico para o vinho. É uma das grandes responsáveis por fazer o vinho harmonizar melhor com os alimentos do que outras bebidas. Normalmente a acidez de um vinho é mais intensa à primeira impressão.
COMO SENTIR A PRESENÇA DO TANINO NOS VINHOS TINTOS
O tanino é um componente que não pode faltar no vinho, associado aos mais potentes vinhos tintos. Muitas vezes, ele adquire má fama por ser percebido em sua plenitude quando é menos prazeroso. Os taninos são responsáveis pela aspereza característica dos vinhos tintos que seca a boca e que pode ser problemática quando o vinho é consumido com alguns tipos de alimentos. Nos vinhos de pouca qualidade, o tanino pode trazer características ásperas, amargas ou grosseiras. Todavia o tanino também é uma peça fundamental na vinificação, sem ele, os vinhos tintos finos perderiam sua textura de veludo e sua incrível capacidade de envelhecimento. Os taninos dão estrutura ao vinho, assim como o nosso esqueleto estrutura o corpo humano.
Potentes antioxidante, o tanino é membro de um importante grupo de componentes do vinho chamados fenóis, que existem naturalmente nas plantas e que as ajudam a proteger contra os perigos do meio ambiente. Graças ao tanino o vinho tinto, comprovadamente, faz bem à saúde.
Os taninos vêm principalmente da casca da uva, que são usadas apenas na vinificação de vinhos tintos. O suco da uva e sua polpa são incolores e por isso o vinho tinto precisa da transferência da cor das cascas das uvas escuras. As reações químicas complexas e quentes da fermentação, intensificadas pelo constante movimento dos sólidos e do líquido, ajudam a atingir esse objetivo. Apenas os vinhos tintos sofrem tanta influência das cascas. Os componentes presentes nelas, tais como os taninos e outros fenóis, influenciam os tintos de várias maneiras - nas cores, sabores, aromas e texturas.
O tanino é um componente tátil da sensação de "boca cheia" do vinho, que percebido como uma sensação física de secura que se prolonga. O efeito pode ir de uma agressiva e repentina ausência de saliva, como pêssego perfeito, e chegar até a uma agressiva e repentina ausência da saliva, como se alguém tivesse secado a sua boca com papel-toalha.
Potentes antioxidante, o tanino é membro de um importante grupo de componentes do vinho chamados fenóis, que existem naturalmente nas plantas e que as ajudam a proteger contra os perigos do meio ambiente. Graças ao tanino o vinho tinto, comprovadamente, faz bem à saúde.
Os taninos vêm principalmente da casca da uva, que são usadas apenas na vinificação de vinhos tintos. O suco da uva e sua polpa são incolores e por isso o vinho tinto precisa da transferência da cor das cascas das uvas escuras. As reações químicas complexas e quentes da fermentação, intensificadas pelo constante movimento dos sólidos e do líquido, ajudam a atingir esse objetivo. Apenas os vinhos tintos sofrem tanta influência das cascas. Os componentes presentes nelas, tais como os taninos e outros fenóis, influenciam os tintos de várias maneiras - nas cores, sabores, aromas e texturas.
O tanino é um componente tátil da sensação de "boca cheia" do vinho, que percebido como uma sensação física de secura que se prolonga. O efeito pode ir de uma agressiva e repentina ausência de saliva, como pêssego perfeito, e chegar até a uma agressiva e repentina ausência da saliva, como se alguém tivesse secado a sua boca com papel-toalha.
COMO SABER SE UM VINHO É BOM
Todo o mundo sabe que os vinhos podem ser de qualidades variadas. Expressões como vinho bom ou vinho ruim são usadas de uma maneira que não é comum quando falamos da maioria dos outros produtos agrícolas e alimentos.
Os melhores vinhos são um prazer sensual fácil de reconhecer mas difícil de descrever. Mesmo assim, muitos apreciadores não se sentem seguros sobre sua habilidade de avaliar a qualidade de um vinho.
COMO ABRIR UMA GARRAFA DE ESPUMANTE COM SEGURANÇA
Gele o espumante - gelar o vinho reduz a pressão interna, tornando as garrafas mais seguras e fáceis de abrir. Mas se o conteúdo estiver muito gelado, os delicados e complexos aromas do espumante ficarão mudos.
Remova o lacre e segure a rolha - remova a cápsula e deixe a rolha e a gaiola de arame exposta. A maioria dos vinhos espumantes tem uma abinha que facilita o trabalho. Segure o gargalho da garrafa com a mão esquerda, com o indicador ou dedão pressionando a tampa de metal para baixo. Garanta que você tem controle sobre a rolha, ou ela vai pular em alta velocidade. Assim que a gaiola estiver solta, não conseguirá mais segurar. E você não quer acertar o olho de ninguém com uma rolha
Gire a garrafa para soltar e tirar a rolha - Com a mão direita, segure o laço de arama que prende a rolha. Desaperte-o (seis voltas são o suficiente). Solte a gaiola completamente, mas não a remova. A seguir, passe o gargalo da garrafa para a mão direita, sem perder o controle sobre a rolha. Com a direita, pegue firmemente a gaiola e a rolha ao mesmo tempo e segure firme, passando a mão esquerda para o fundo da garrafa.
Sirva e aproveita - Sirva o cinho gentilmente em flútes ou em taças de vinho branco. Resíduos de gordura ou detergente podem diminuir as bolhas do vinho, então tenha certeza de que as taças estão limpinhas.
Remova o lacre e segure a rolha - remova a cápsula e deixe a rolha e a gaiola de arame exposta. A maioria dos vinhos espumantes tem uma abinha que facilita o trabalho. Segure o gargalho da garrafa com a mão esquerda, com o indicador ou dedão pressionando a tampa de metal para baixo. Garanta que você tem controle sobre a rolha, ou ela vai pular em alta velocidade. Assim que a gaiola estiver solta, não conseguirá mais segurar. E você não quer acertar o olho de ninguém com uma rolha
Gire a garrafa para soltar e tirar a rolha - Com a mão direita, segure o laço de arama que prende a rolha. Desaperte-o (seis voltas são o suficiente). Solte a gaiola completamente, mas não a remova. A seguir, passe o gargalo da garrafa para a mão direita, sem perder o controle sobre a rolha. Com a direita, pegue firmemente a gaiola e a rolha ao mesmo tempo e segure firme, passando a mão esquerda para o fundo da garrafa.
Sirva e aproveita - Sirva o cinho gentilmente em flútes ou em taças de vinho branco. Resíduos de gordura ou detergente podem diminuir as bolhas do vinho, então tenha certeza de que as taças estão limpinhas.